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Increased risk of periodontal disease and poor oral-related quality of life in fibromyalgia.

Authors: Hopkins K, Ahlgren C, Wahlin Å, Antelmi A, Bruze M, Svedman C
Journal: Acta odontologica Scandinavica
mental health psychology open access

Abstract

As transferências de renda têm sido um instrumento recorrente ao longo da história para enfrentar a pobreza, a instabilidade social e as transições econômicas. A história oferece evidências concretas sobre a eficácia e a adaptabilidade delas como uma intervenção estratégica capaz de empoderar indivíduos, estimular as economias locais e contribuir para a estabilidade social e política . Alguns dos debates centrais ao redor dessas políticas têm se concentrado na escolha entre assistência condicional ou incondicional e nos métodos para a seleção (ou focalização) de beneficiários. As transferências condicionadas estão associadas ao cumprimento de requisitos específicos, como a frequência escolar das crianças, a realização de consultas de pré-natal ou a vacinação de crianças, sendo vistas como instrumentos capazes de promover simultaneamente a redução da pobreza e o investimento em capital humano . Já as transferências sem condicionamentos não impõem contrapartidas formais aos beneficiários, partindo do princípio de respeito à autonomia individual e da confiança de que os indivíduos são os melhores juízes de suas próprias necessidades

. No que tange à seleção de beneficiários, os programas podem ser focalizados, destinando os recursos a grupos específicos que atendem a determinados critérios (como linhas de pobreza ou vulnerabilidade demográfica), priorizando beneficiar os setores da população com menor renda ou maior vulnerabilidade socioeconômica. Alternativamente, podem seguir o princípio da universalidade, em que todos os membros de uma comunidade política são elegíveis, tratando o benefício como um direito de cidadania e priorizando evitar erros de exclusão e a estigmatização dos beneficiários

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